
Lúcio
Vermelho
ARTES VISUAIS

“Procuro fazer presente o que está ausente, evocar o que jaz, tocar o espectador, propor o sentimento por meio do pensamento. Retirá-lo de algum lugar, levar a algum movimento interno. E faço isso por vários caminhos, nem sempre belos.”
Lúcio Flávio Araújo, conhecido artisticamente como Lúcio Vermelho, é um multiartista e educador com uma trajetória profissional abrangente e diversificada. Possui Licenciatura Plena em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela a Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais.
Sua experiência profissional abrange desde o ensino de artes e marcenaria até a produção cultural e artística. Como mestre marceneiro e proprietário da Marcenaria Bicho Pau desde 2014, ele se dedica ao desenvolvimento e execução de projetos de marcenaria maciça, artística e esculturas em madeira. Além disso, atua como músico percussionista no grupo Sambado Chaveiro e é professor de marcenaria, arte e história da arte em instituições como o Instituto Educacional e Cultural Ouro Verde, aplicando a pedagogia Waldorf.
Lúcio Vermelho tem uma vasta experiência como professor de artes em diversas escolas estaduais e institutos educacionais, lecionando para o ensino fundamental e médio. Sua paixão pela arte se estende para além da sala de aula, tendo atuado como ator em peças de teatro de rua com abordagem ambiental, e como produtor artístico, coordenando e confeccionando alegorias e decorações para desfiles carnavalescos no Grêmio Cultural, Recreativo e Escola de Samba Monte Castelo.
Ele também ministrou aulas de desenho de observação, criação, história da arte e história em quadrinhos na Escola Casa Aristides – Museu de Artes e Ofícios, onde também foi monitor. Sua versatilidade se reflete ainda em trabalhos de produção cenográfica para espetáculos e mostras culturais.
Com experiência em artesanato (criação e reprodução de desenhos em cerâmica) e educação ambiental, onde atuou como monitor e ministrou aulas multimídia, Lúcio Vermelho demonstra um engajamento contínuo com a cultura e a sociedade. Sua obra artística foi reconhecida em diversas exposições, incluindo individuais no Espaço Oscar Niemayer e coletivas, e foi premiado com o 1º lugar no Salão de Arte de Nova Lima em 2007, solidificando sua posição como uma figura proeminente no cenário artístico local.
Projeto
"TRABALHADORES"
A proposta é criar uma série de esculturas em madeira e pinturas chamada Trabalhadores. O objetivo é expressar a importância dos trabalhadores nova-limenses na construção da cidade, tanto no âmbito físico quanto imaterial, abordando quais eram suas atividades de trabalho e como moldaram a cidade atual.








































